A propósito das pesquisas de intenção de voto.

Hoje discutimos muito, entre perplexos e confusos, as divergências entre os resultados muito divergentes entre os vários institutos de epsquisa. Minha modestíssima opinião.Quanda a estatística usa o instrumento da pesquisa de amostras para tentar mapear um universo em estudo, na impossibilidade de analisar todo ele, está tentando simular nessa amostra toda a característica do universo em estudo. Mas para isso, se me lembro bem das aulas da FAE, a amostra precisa ser de tal forma que, como o próprio nome diz, seja uma pequena representação do universo total. Para o cálculo do tamanho existem as fórmulas de desvio apdrão, etc. etc. O que deveria se discutir, na minha opinião, e a legislação tenta fazer, é o tamanho da amostra e de que forma essa amostra é significativa e representa o universo e a diversidade imensa dos seu 145.000.000 de eleitores. Eu acho que por isso que as pesquisas erram, difícil escolha das amostragens. O que nos leva a questionar a manipulação do voto dos eleitores indecisos e alienados através de resultados de pesquisas com amostras não totalmente representativas. Em número é fácil calcular os desvios, margens de erro e tamanhos amostras, basta usar as fórmulas certas. Desculpem o academicismo, mas não vejo quem de direito explicar de forma clara a utilização da ciência estatística neste caso das pesquisas.

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